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Vídeo prova que policiais encontraram urna fraudada no DF nas eleições de 2026
É falso que o vídeo prove que policiais encontraram uma urna eletrônica fraudada no Distrito Federal nas eleições de 2026.
A gravação é do primeiro turno de 2018. Na época, os policiais reproduziram uma suspeita levantada por um colaborador da Justiça Eleitoral, mas a apuração do TRE-DF concluiu que houve desconhecimento técnico. A zerésima e o boletim de urna da seção foram emitidos normalmente, sem alteração, e a Polícia Federal não comprovou fraude. Em 2019, o MPDFT informou que a investigação criminal confirmou que não houve fraude, apenas uma atualização do sistema.
Qualificações importantes
O vídeo não é uma montagem: dois policiais militares realmente gravaram e divulgaram a acusação em 2018. O erro das postagens de 2026 é apresentá-lo como flagrante atual e como prova de uma fraude que as investigações não confirmaram.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Origem do vídeo: No primeiro turno de 2018, dois PMs do DF gravaram vídeo alegando que urnas já teriam votos antes da votação; o conteúdo voltou a circular em 2026.
- Caso já esclarecido em 2018 volta a circular nas redes sociais Recirculação em 2026: O TRE-DF informa que a suposta fraude divulgada durante as Eleições 2018 voltou a circular em 2026 e que a denúncia foi investigada à época sem comprovação de irregularidade.
A zerésima é o relatório usado para demonstrar que a urna não tem votos computados antes do início da votação. O TRE-DF informou que a zerésima e o boletim de urna daquela seção foram emitidos normalmente e sem alterações.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Zerésima e boletim de urna: O TRE-DF informou que a zerésima e o boletim de urna da seção foram emitidos sem qualquer alteração.
- Caso já esclarecido em 2018 volta a circular nas redes sociais Resultado da apuração: A situação decorreu de desconhecimento técnico; a zerésima e o boletim de urna da seção foram emitidos normalmente, sem alteração. O caso também foi acompanhado pelo Ministério Público, que concluiu pela inexistência de fraude.
Os policiais gravaram o vídeo em frente à Polícia Federal enquanto acompanhavam o depoimento do denunciante. Essa presença na PF é real, mas não significa que a Polícia Federal tenha validado a acusação; o TSE registra que, após os depoimentos, não houve comprovação de fraude.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Polícia Federal: Os policiais estavam na PF acompanhando o depoimento do denunciante; após os depoimentos, a PF informou que não houve comprovação de fraude.
O acordo judicial firmado pelos policiais em 2019 é contexto sobre a divulgação do vídeo, não a evidência principal para a inexistência de fraude. O ponto probatório decisivo é a apuração da urna e a investigação que apontaram atualização do sistema, sem fraude eleitoral.
- Crime eleitoral: PMs que divulgaram vídeo sobre falsa fraude nas urnas aceitam transação penal Resultado da investigação: O MPDFT afirma que a investigação criminal comprovou que não houve fraude eleitoral, mas uma atualização do sistema da qual o mesário havia sido informado.
- Crime eleitoral: PMs que divulgaram vídeo sobre falsa fraude nas urnas aceitam transação penal Transação penal: Os dois sargentos aceitaram transação penal por perturbação dos trabalhos eleitorais e concordaram em pagar um salário-mínimo cada a uma entidade assistencial.
Publicações apresentaram um vídeo como prova de que policiais haviam encontrado uma urna eletrônica fraudada no Distrito Federal nas eleições de 2026.
- Forma
- Descrição de mídia
- Atribuição
- Publicações nas redes sociais · Atribuição não verificada
- Primeiro registro observado
- 03/10/2026
- Contexto
- Circulação em redes sociais durante a semana do primeiro turno das eleições de 2026.
Como a proposição foi normalizada: O vídeo contém relato de suposta urna com lacre violado e votos previamente registrados; a proposição resume a conclusão que as publicações atribuem ao registro.
Limite de atribuição: A preservação consultada registra uma ou mais publicações, sem estabelecer um autor original único.
Golpe em andamento
- Não é verdade que policiais encontraram urna fraudada no DF Trecho preservado da peça em circulação: Golpe em andamento
Contexto original
O que o vídeo foi usado para alegar
Às vésperas do primeiro turno de 2026, publicações voltaram a compartilhar um vídeo de dois policiais militares do Distrito Federal sob a legenda “Golpe em andamento”. Na gravação, um deles relata que um colaborador ligado à Justiça Eleitoral suspeitava de uma urna com problema de chave, lacre e possíveis votos já registrados. As postagens transformaram esse relato em prova de que policiais haviam encontrado uma urna fraudada nas eleições atuais.
- Não é verdade que policiais encontraram urna fraudada no DF Relato preservado do vídeo e enquadramento viral: A página preserva o vídeo recirculado em 2026, no qual um policial relata suspeita de urna com problema de chave, lacre e possíveis votos prévios; as postagens apresentam o conteúdo como fraude atual.
Explicação
A gravação é de 2018, não de 2026
A Justiça Eleitoral registrou o caso em outubro de 2018: dois PMs do Distrito Federal gravaram o vídeo durante o primeiro turno daquele ano, alegando que urnas já teriam votos antes da abertura. Em 2 de outubro de 2026, o TRE-DF voltou a publicar um esclarecimento porque o mesmo episódio estava recirculando no novo período eleitoral.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Origem do vídeo: No primeiro turno de 2018, dois PMs do DF gravaram vídeo alegando que urnas já teriam votos antes da votação; o conteúdo voltou a circular em 2026.
- Caso já esclarecido em 2018 volta a circular nas redes sociais Recirculação em 2026: O TRE-DF informa que a suposta fraude divulgada durante as Eleições 2018 voltou a circular em 2026 e que a denúncia foi investigada à época sem comprovação de irregularidade.
Explicação
A suspeita de votos prévios não se confirmou
Após a apuração, o TRE-DF concluiu que o episódio decorreu de “desconhecimento técnico” do colaborador contratado que levantou a suspeita. Segundo o tribunal, tanto a zerésima — documento que demonstra que a urna começa sem votos computados — quanto o boletim de urna da seção foram emitidos sem qualquer alteração.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Apuração do TRE-DF: A suposta fraude não foi comprovada; o TRE-DF concluiu que houve desconhecimento técnico do colaborador contratado.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Zerésima e boletim de urna: O TRE-DF informou que a zerésima e o boletim de urna da seção foram emitidos sem qualquer alteração.
Os policiais apareciam em frente à sede da Polícia Federal porque acompanhavam o depoimento do homem que havia denunciado o suposto mau funcionamento. O TSE registra que, depois de ouvir a denúncia, a PF não encontrou comprovação de fraude.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Polícia Federal: Os policiais estavam na PF acompanhando o depoimento do denunciante; após os depoimentos, a PF informou que não houve comprovação de fraude.
O TRE-DF reiterou em outubro de 2026 que a denúncia de 2018 foi investigada e não comprovou qualquer irregularidade. O tribunal voltou a registrar que a zerésima e o boletim de urna foram emitidos normalmente, sem alteração.
- Caso já esclarecido em 2018 volta a circular nas redes sociais Recirculação em 2026: O TRE-DF informa que a suposta fraude divulgada durante as Eleições 2018 voltou a circular em 2026 e que a denúncia foi investigada à época sem comprovação de irregularidade.
- Caso já esclarecido em 2018 volta a circular nas redes sociais Resultado da apuração: A situação decorreu de desconhecimento técnico; a zerésima e o boletim de urna da seção foram emitidos normalmente, sem alteração. O caso também foi acompanhado pelo Ministério Público, que concluiu pela inexistência de fraude.
Explicação
Investigação posterior também descartou fraude
Em maio de 2019, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios informou que a investigação criminal havia comprovado que não houve fraude eleitoral. Segundo o MPDFT, o problema estava relacionado a uma atualização do sistema da qual o mesário havia sido informado. Os dois policiais aceitaram transação penal por perturbação dos trabalhos eleitorais após divulgar informações ainda não comprovadas.
- Crime eleitoral: PMs que divulgaram vídeo sobre falsa fraude nas urnas aceitam transação penal Resultado da investigação: O MPDFT afirma que a investigação criminal comprovou que não houve fraude eleitoral, mas uma atualização do sistema da qual o mesário havia sido informado.
- Crime eleitoral: PMs que divulgaram vídeo sobre falsa fraude nas urnas aceitam transação penal Transação penal: Os dois sargentos aceitaram transação penal por perturbação dos trabalhos eleitorais e concordaram em pagar um salário-mínimo cada a uma entidade assistencial.
Contexto e limites
O que há de verdadeiro no vídeo
A defesa mais forte da peça viral é que os policiais realmente fizeram aquela acusação e realmente estiveram na Polícia Federal acompanhando o denunciante. O vídeo é, portanto, evidência de que existiu uma suspeita em 2018. Não é evidência de que a suspeita era verdadeira, muito menos de uma fraude descoberta em 2026. As verificações posteriores do equipamento e do procedimento contradizem essa conclusão.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Origem do vídeo: No primeiro turno de 2018, dois PMs do DF gravaram vídeo alegando que urnas já teriam votos antes da votação; o conteúdo voltou a circular em 2026.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Polícia Federal: Os policiais estavam na PF acompanhando o depoimento do denunciante; após os depoimentos, a PF informou que não houve comprovação de fraude.
- Crime eleitoral: PMs que divulgaram vídeo sobre falsa fraude nas urnas aceitam transação penal Resultado da investigação: O MPDFT afirma que a investigação criminal comprovou que não houve fraude eleitoral, mas uma atualização do sistema da qual o mesário havia sido informado.
Método
Como o caso foi verificado
A checagem comparou a preservação do conteúdo que voltou a circular em 2026 com os registros oficiais do TSE sobre o episódio de 2018, a nova manifestação do TRE-DF em 2026 e o comunicado do MPDFT sobre o desfecho da investigação em 2019. A conclusão não depende apenas de um desmentido eleitoral: há registros de diferentes instituições e momentos convergindo sobre a data do vídeo e a inexistência de fraude comprovada.
- Não é verdade que policiais encontraram urna fraudada no DF Relato preservado do vídeo e enquadramento viral: A página preserva o vídeo recirculado em 2026, no qual um policial relata suspeita de urna com problema de chave, lacre e possíveis votos prévios; as postagens apresentam o conteúdo como fraude atual.
- Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Apuração do TRE-DF: A suposta fraude não foi comprovada; o TRE-DF concluiu que houve desconhecimento técnico do colaborador contratado.
- Caso já esclarecido em 2018 volta a circular nas redes sociais Recirculação em 2026: O TRE-DF informa que a suposta fraude divulgada durante as Eleições 2018 voltou a circular em 2026 e que a denúncia foi investigada à época sem comprovação de irregularidade.
- Crime eleitoral: PMs que divulgaram vídeo sobre falsa fraude nas urnas aceitam transação penal Resultado da investigação: O MPDFT afirma que a investigação criminal comprovou que não houve fraude eleitoral, mas uma atualização do sistema da qual o mesário havia sido informado.
Fontes
-
Não é verdade que policiais encontraram urna fraudada no DF Documento
Alegação original, Contexto
Contribuição: Preserva a peça que circulou em 2026 e o conteúdo essencial do relato atribuído aos policiais.
- Trecho preservado da peça em circulação: Golpe em andamento
- Relato preservado do vídeo e enquadramento viral: A página preserva o vídeo recirculado em 2026, no qual um policial relata suspeita de urna com problema de chave, lacre e possíveis votos prévios; as postagens apresentam o conteúdo como fraude atual.
Limites: Preservação jornalística de conteúdo em redes sociais; a autoria original e o upload primário do vídeo não foram estabelecidos.; O veredito publicado pelo Aos Fatos não foi usado como autoridade autônoma.
Disponível
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Eleições 2018: policiais militares divulgaram vídeo com acusação enganosa de irregularidade em urnas do DF Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Estabelece a data original do vídeo e registra o resultado da apuração técnica do TRE-DF e da Polícia Federal.
- Origem do vídeo: No primeiro turno de 2018, dois PMs do DF gravaram vídeo alegando que urnas já teriam votos antes da votação; o conteúdo voltou a circular em 2026.
- Apuração do TRE-DF: A suposta fraude não foi comprovada; o TRE-DF concluiu que houve desconhecimento técnico do colaborador contratado.
- Zerésima e boletim de urna: O TRE-DF informou que a zerésima e o boletim de urna da seção foram emitidos sem qualquer alteração.
- Polícia Federal: Os policiais estavam na PF acompanhando o depoimento do denunciante; após os depoimentos, a PF informou que não houve comprovação de fraude.
Limites: É uma página institucional da Justiça Eleitoral que resume apurações de 2018; por isso foi corroborada com TRE-DF e MPDFT.
Disponível
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Caso já esclarecido em 2018 volta a circular nas redes sociais Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Confirma contemporaneamente à recirculação de 2026 que o vídeo é antigo e repete o resultado da apuração do equipamento.
- Recirculação em 2026: O TRE-DF informa que a suposta fraude divulgada durante as Eleições 2018 voltou a circular em 2026 e que a denúncia foi investigada à época sem comprovação de irregularidade.
- Resultado da apuração: A situação decorreu de desconhecimento técnico; a zerésima e o boletim de urna da seção foram emitidos normalmente, sem alteração. O caso também foi acompanhado pelo Ministério Público, que concluiu pela inexistência de fraude.
Limites: É manifestação da própria Justiça Eleitoral; o desfecho também é corroborado por fonte do Ministério Público.
Disponível
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Crime eleitoral: PMs que divulgaram vídeo sobre falsa fraude nas urnas aceitam transação penal Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Corrobora fora da Justiça Eleitoral o resultado da investigação e contextualiza a consequência jurídica da divulgação.
- Resultado da investigação: O MPDFT afirma que a investigação criminal comprovou que não houve fraude eleitoral, mas uma atualização do sistema da qual o mesário havia sido informado.
- Transação penal: Os dois sargentos aceitaram transação penal por perturbação dos trabalhos eleitorais e concordaram em pagar um salário-mínimo cada a uma entidade assistencial.
Limites: A nota resume o resultado da investigação e do acordo; não reproduz integralmente os autos do inquérito.
Disponível
Responsabilidade e transparência
Publicação responsável: Atlas da Mentira.
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Indique o ponto que precisa ser revisto e, se possível, a evidência que sustenta a solicitação. O envio fica privado até análise.