Atlas da Mentira · checagem verificável
Governo Zema não contratou novos empréstimos para financiar o Tesouro de Minas
Sim, quando a frase é limitada ao período em que Zema efetivamente governou Minas, de 1º de janeiro de 2019 a 22 de março de 2026, e a empréstimos novos diretamente contratados pelo Estado/Tesouro.
A Secretaria de Fazenda afirmou, em relatório sobre 2018–2024, que não houve contratação de novas operações de crédito nesse período. Em dezembro de 2025, o governo informou à Itatiaia que, desde janeiro de 2019, não havia contratado novas operações. E um relatório da própria SEF apresentado no Assembleia Fiscaliza, cujo período de prestação de contas vai de maio de 2025 a abril de 2026, também registra ausência de novas contratações. As três coberturas se sobrepõem e alcançam todo o mandato até a renúncia de Zema. Houve desembolsos de contratos anteriores, além de refinanciamentos e renegociações de passivos antigos; essas operações não equivalem a uma nova captação para o Tesouro. Os demonstrativos de valores realizados são usados apenas como corroboradores, não como prova de que nenhum contrato sem desembolso foi assinado.
Qualificações importantes
A fala foi feita em 29 de julho de 2026, mas Zema já não era governador. A ALMG empossou Mateus Simões em 22 de março de 2026, em virtude da renúncia de Zema. Por isso, o período checado termina nessa data.
- Assembleia dá posse a novo governador de Minas Posse de Mateus Simões: Em 22 de março de 2026, a ALMG empossou Mateus Simões como governador no lugar de Romeu Zema, que havia renunciado ao mandato.
A conclusão sobre contratação não é inferida apenas de demonstrativos de desembolso. Ela se apoia em declarações explícitas da área responsável pela dívida: relatório da SEF para 2018–2024, nota do governo de dezembro de 2025 que diz não haver nova contratação desde janeiro de 2019 e relatório da SEF do ciclo que cobre maio de 2025 a abril de 2026, também registrando ausência de novas operações.
- Relatório Qualitativo Dívida Pública — evolução de 2018 a 2024: p. 14 do PDF: ao apresentar os indicadores da dívida de 2018 a 2024, afirma que no período não houve contratação de novas operações de crédito. Disponibilidade parcial
- Dívida de Minas Gerais ultrapassa a marca dos R$ 200 bilhões Nota do Governo de Minas: A reportagem registra que o governo informou, em nota, que desde janeiro de 2019 não houve contratação de novas operações de crédito.
- Assembleia Fiscaliza — Relatório da Secretaria de Estado de Fazenda Dívida Pública: Trecho da seção de dívida: 'no período analisado não houve contratação de novas operações de crédito'; a posição seguinte é abril de 2026. Disponibilidade parcial
- Assembleia Fiscaliza — prestação de contas da Secretaria de Estado de Fazenda Período da prestação de contas: A finalidade da reunião informa que o 1º ciclo de 2026 considera a gestão da SEF no período de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026.
A gestão Zema assinou instrumentos financeiros que reorganizaram dívidas antigas. Os contratos 283/2022/CAF e 336/2022/CAFIN são descritos pela SEF como refinanciamentos, e a adesão ao Propag no fim de 2025 refinanciou o saldo com a União. Eles não representam ingresso novo destinado a financiar despesas do Tesouro.
- Nota Técnica nº 6 — Serviço da Dívida — Cenário Base Refinanciamentos 283/2022 e 336/2022: pp. 2–3 e 10–11: descreve 283/2022/CAF como refinanciamento de passivo de liminares e 336/2022/CAFIN como refinanciamento no RRF.
- Governo de Minas paga R$ 104,5 milhões do Propag à União Formalização e saldo refinanciado: Informa que a entrada no Propag foi formalizada por aditivo em 31/12/2025 e que R$ 179,3 bilhões de saldo com a União foram refinanciados por 360 meses.
Receita de operação de crédito durante a gestão não significa necessariamente contrato novo. A SEF explicou que ingressos registrados entre 2021 e 2023 eram liberações pendentes de contrato da Caixa assinado em 2013; demonstrativos posteriores também podem registrar desembolsos sem informar a data de assinatura do financiamento.
- Nota Técnica MG/RRF nº 3 — Demais Receitas/2024 2.4. Operações de Crédito: p. 4 do PDF: informa que ingressos de 2021 a 2023 eram desembolsos pendentes de contrato da Caixa firmado em 2013 e registra ausência de novas operações nos anos anteriores.
A conclusão vale para o Estado/Tesouro e não para toda empresa controlada por Minas. BDMG e Copasa são estatais não dependentes e tiveram ou buscaram operações de crédito próprias durante a gestão; isso não equivale a empréstimo contratado diretamente pelo Tesouro estadual.
- Empresas Controladas Diretamente pelo Estado de Minas Gerais Dependência do Tesouro: Classifica BDMG e Copasa como empresas controladas diretamente pelo Estado e não dependentes do Tesouro.
- Lei nº 25.073, de 20 de dezembro de 2024 Art. 1º: Autoriza contragarantia do Estado para operação de crédito externo do BDMG com o BID de até US$ 100 milhões, destinada à carteira do próprio banco.
- Decreto com Numeração Especial nº 922, de 18 de dezembro de 2025 Art. 2º, II: Abre crédito suplementar da Copasa usando R$ 217.408.236,00 de recursos de operação de crédito interna contratada pela companhia.
O Estado de Minas Gerais não contratou novos empréstimos para financiar o Tesouro durante o período em que Romeu Zema foi governador.
- Forma
- Paráfrase
- Atribuição
- Romeu Zema · Atribuição verificada
- Função na época
- ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência
- Data da declaração
- 29/07/2026
- Contexto
- Entrevista ao Pingo do J.
Como a proposição foi normalizada: A fala foi feita em 29 de julho de 2026, depois da renúncia de Zema. Como ele se referiu a empréstimos contratados “durante seu governo”, a checagem cobre de 1º de janeiro de 2019 até 22 de março de 2026, quando Mateus Simões tomou posse após a renúncia de Zema. “Novos empréstimos” é tratado como novas operações de crédito diretamente contratadas pelo Estado/Tesouro para captação de recursos novos, distinguindo-se desembolsos de contratos antigos, refinanciamentos e operações próprias de estatais não dependentes.
durante seu governo, não contratou novos empréstimos para o estado
- Dívida de Minas Gerais: Zema atribui alta a Pimentel e juros da União Dívida de Minas: Relato da entrevista ao Pingo do J que registra que Zema afirmou não ter contratado novos empréstimos para o Estado durante seu governo.
Contexto original
A fala foi feita depois do fim do governo Zema
Em 29 de julho de 2026, ao falar sobre a dívida pública de Minas em entrevista ao Pingo do J, Romeu Zema afirmou que não havia contratado novos empréstimos para o Estado durante seu governo. A referência temporal é retrospectiva: Zema já tinha deixado o cargo.
- Dívida de Minas Gerais: Zema atribui alta a Pimentel e juros da União Dívida de Minas: Relato da entrevista ao Pingo do J que registra que Zema afirmou não ter contratado novos empréstimos para o Estado durante seu governo.
A Assembleia Legislativa empossou Mateus Simões como governador em 22 de março de 2026, em virtude da renúncia de Zema. Assim, a checagem vai de 1º de janeiro de 2019 a 22 de março de 2026, e não até a data da entrevista em julho.
- Assembleia dá posse a novo governador de Minas Posse de Mateus Simões: Em 22 de março de 2026, a ALMG empossou Mateus Simões como governador no lugar de Romeu Zema, que havia renunciado ao mandato.
Explicação
Declarações técnicas sobre contratação cobrem todo o mandato
Um relatório da Secretaria de Fazenda apresentado em 2025, ao analisar a evolução da dívida entre 2018 e 2024, afirma expressamente que naquele período não houve contratação de novas operações de crédito. Isso cobre integralmente os seis primeiros anos do governo Zema.
- Relatório Qualitativo Dívida Pública — evolução de 2018 a 2024: p. 14 do PDF: ao apresentar os indicadores da dívida de 2018 a 2024, afirma que no período não houve contratação de novas operações de crédito. Disponibilidade parcial
Em 3 de dezembro de 2025, a Itatiaia publicou uma nota do governo estadual que tratava diretamente da contratação: segundo o governo, desde janeiro de 2019 não havia sido contratada nova operação de crédito. Essa afirmação alcança também os meses de janeiro a abril de 2025, que não poderiam ser cobertos apenas por demonstrativos de valores desembolsados.
- Dívida de Minas Gerais ultrapassa a marca dos R$ 200 bilhões Nota do Governo de Minas: A reportagem registra que o governo informou, em nota, que desde janeiro de 2019 não houve contratação de novas operações de crédito.
Para o trecho final do mandato, outro relatório da Secretaria de Fazenda registra que não houve contratação de novas operações de crédito no período analisado. A ALMG informa que esse ciclo de prestação de contas considera a gestão de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026. Portanto, a declaração técnica alcança 22 de março de 2026, quando Zema deixou o governo.
- Assembleia Fiscaliza — Relatório da Secretaria de Estado de Fazenda Dívida Pública: Trecho da seção de dívida: 'no período analisado não houve contratação de novas operações de crédito'; a posição seguinte é abril de 2026. Disponibilidade parcial
- Assembleia Fiscaliza — prestação de contas da Secretaria de Estado de Fazenda Período da prestação de contas: A finalidade da reunião informa que o 1º ciclo de 2026 considera a gestão da SEF no período de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026.
As três evidências têm sobreposição temporal: 2018–2024; janeiro de 2019 a dezembro de 2025; e maio de 2025 a abril de 2026. Assim, não há lacuna dentro do intervalo de 1º de janeiro de 2019 a 22 de março de 2026. A conclusão sobre ausência de contratação vem dessas afirmações explícitas, e não da suposição de que um contrato sem desembolso apareceria necessariamente nos demonstrativos de caixa.
- Relatório Qualitativo Dívida Pública — evolução de 2018 a 2024: p. 14 do PDF: ao apresentar os indicadores da dívida de 2018 a 2024, afirma que no período não houve contratação de novas operações de crédito. Disponibilidade parcial
- Dívida de Minas Gerais ultrapassa a marca dos R$ 200 bilhões Nota do Governo de Minas: A reportagem registra que o governo informou, em nota, que desde janeiro de 2019 não houve contratação de novas operações de crédito.
- Assembleia Fiscaliza — Relatório da Secretaria de Estado de Fazenda Dívida Pública: Trecho da seção de dívida: 'no período analisado não houve contratação de novas operações de crédito'; a posição seguinte é abril de 2026. Disponibilidade parcial
- Assembleia Fiscaliza — prestação de contas da Secretaria de Estado de Fazenda Período da prestação de contas: A finalidade da reunião informa que o 1º ciclo de 2026 considera a gestão da SEF no período de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026.
Contexto e limites
Refinanciamento e desembolso antigo não são empréstimo novo
Houve ingresso de recursos de operações de crédito durante a gestão, mas isso pode vir de contratos anteriores. Uma nota técnica da SEF explica, por exemplo, que os ingressos de 2021 a 2023 eram desembolsos pendentes de um contrato da Caixa firmado em 2013.
- Nota Técnica MG/RRF nº 3 — Demais Receitas/2024 2.4. Operações de Crédito: p. 4 do PDF: informa que ingressos de 2021 a 2023 eram desembolsos pendentes de contrato da Caixa firmado em 2013 e registra ausência de novas operações nos anos anteriores.
Também houve novos instrumentos contratuais para reorganizar passivos existentes. A carteira técnica da dívida classifica os contratos 283/2022/CAF e 336/2022/CAFIN como refinanciamentos. No fim de 2025, o Propag foi formalizado por aditivo e refinanciou por 360 meses o saldo devido à União. Nenhum desses atos corresponde a uma nova captação destinada a financiar o Tesouro.
- Nota Técnica nº 6 — Serviço da Dívida — Cenário Base Refinanciamentos 283/2022 e 336/2022: pp. 2–3 e 10–11: descreve 283/2022/CAF como refinanciamento de passivo de liminares e 336/2022/CAFIN como refinanciamento no RRF.
- Governo de Minas paga R$ 104,5 milhões do Propag à União Formalização e saldo refinanciado: Informa que a entrada no Propag foi formalizada por aditivo em 31/12/2025 e que R$ 179,3 bilhões de saldo com a União foram refinanciados por 360 meses.
Contexto e limites
Operações de estatais não dependentes ficam fora do escopo
BDMG e Copasa são empresas controladas pelo Estado, mas classificadas como não dependentes do Tesouro. Houve operações de crédito ligadas a essas empresas durante a gestão. Elas não são empréstimos diretamente contratados pelo Estado para financiar o Tesouro e, por isso, não contradizem a afirmação no sentido em que ela foi feita ao discutir a dívida pública estadual.
- Empresas Controladas Diretamente pelo Estado de Minas Gerais Dependência do Tesouro: Classifica BDMG e Copasa como empresas controladas diretamente pelo Estado e não dependentes do Tesouro.
- Lei nº 25.073, de 20 de dezembro de 2024 Art. 1º: Autoriza contragarantia do Estado para operação de crédito externo do BDMG com o BID de até US$ 100 milhões, destinada à carteira do próprio banco.
- Decreto com Numeração Especial nº 922, de 18 de dezembro de 2025 Art. 2º, II: Abre crédito suplementar da Copasa usando R$ 217.408.236,00 de recursos de operação de crédito interna contratada pela companhia.
Método
O que os demonstrativos de caixa podem — e não podem — provar
Relatórios de Gestão Fiscal que mostram “valor realizado” em operações de crédito são úteis para identificar desembolsos, mas não bastam para excluir a possibilidade de um contrato assinado ainda sem liberação de recursos. Por isso, eles não sustentam o núcleo do veredito. A conclusão usa declarações explícitas da Secretaria de Fazenda sobre contratação em períodos que, juntos, cobrem todo o governo Zema.
- Relatório Qualitativo Dívida Pública — evolução de 2018 a 2024: p. 14 do PDF: ao apresentar os indicadores da dívida de 2018 a 2024, afirma que no período não houve contratação de novas operações de crédito. Disponibilidade parcial
- Dívida de Minas Gerais ultrapassa a marca dos R$ 200 bilhões Nota do Governo de Minas: A reportagem registra que o governo informou, em nota, que desde janeiro de 2019 não houve contratação de novas operações de crédito.
- Assembleia Fiscaliza — Relatório da Secretaria de Estado de Fazenda Dívida Pública: Trecho da seção de dívida: 'no período analisado não houve contratação de novas operações de crédito'; a posição seguinte é abril de 2026. Disponibilidade parcial
- Assembleia Fiscaliza — prestação de contas da Secretaria de Estado de Fazenda Período da prestação de contas: A finalidade da reunião informa que o 1º ciclo de 2026 considera a gestão da SEF no período de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026.
Fontes
-
Dívida de Minas Gerais: Zema atribui alta a Pimentel e juros da União Documento
Alegação original
Contribuição: Estabelece a formulação e o contexto da declaração checada.
- Dívida de Minas: Relato da entrevista ao Pingo do J que registra que Zema afirmou não ter contratado novos empréstimos para o Estado durante seu governo.
Limites: É um relato jornalístico contemporâneo da entrevista, não a gravação primária; buscas anteriores não localizaram uma transmissão integral acessível.
Disponível
-
Assembleia dá posse a novo governador de Minas Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Define o término efetivo do período em que Zema exerceu o governo, corrigindo o corte temporal da checagem.
- Posse de Mateus Simões: Em 22 de março de 2026, a ALMG empossou Mateus Simões como governador no lugar de Romeu Zema, que havia renunciado ao mandato.
Disponível
-
Relatório Qualitativo Documento
Evidência
Contribuição: Fornece afirmação explícita sobre ausência de novas contratações em 2018–2024, cobrindo a maior parte do governo Zema.
- Dívida Pública — evolução de 2018 a 2024: p. 14 do PDF: ao apresentar os indicadores da dívida de 2018 a 2024, afirma que no período não houve contratação de novas operações de crédito.
Limites: É relatório produzido pela própria Secretaria de Fazenda. A página do servidor da ALMG apresentou timeout em nova abertura nesta execução, mas o trecho já estava preservado no dossiê e foi reencontrado pelo índice de busca; a conclusão é confrontada com afirmações oficiais posteriores de períodos sobrepostos.
Disponibilidade parcial — O PDF estava referenciado e indexado, mas a nova abertura direta no servidor da ALMG apresentou timeout nesta execução.
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Dívida de Minas Gerais ultrapassa a marca dos R$ 200 bilhões Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Fecha diretamente a questão de contratação entre janeiro de 2019 e dezembro de 2025, inclusive o intervalo de janeiro a abril de 2025 que não pode ser inferido de demonstrativos de desembolso.
- Nota do Governo de Minas: A reportagem registra que o governo informou, em nota, que desde janeiro de 2019 não houve contratação de novas operações de crédito.
Limites: A afirmação sobre contratação é atribuída a uma nota do próprio governo estadual; a reportagem não publica um documento contratual independente nem a íntegra da nota como arquivo separado.
Disponível
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Assembleia Fiscaliza — Relatório da Secretaria de Estado de Fazenda Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Registra explicitamente ausência de contratação de novas operações no ciclo que alcança o fim do governo Zema.
- Dívida Pública: Trecho da seção de dívida: 'no período analisado não houve contratação de novas operações de crédito'; a posição seguinte é abril de 2026.
- Propag: Descreve o Propag como refinanciamento da dívida com a União e a formalização por termo aditivo.
Limites: O PDF do servidor da ALMG apresentou timeout em abertura direta e a tentativa de screenshot não pôde ser resolvida; o trecho textual estava disponível no índice de busca. O intervalo do ciclo é confirmado separadamente na página HTML da reunião da ALMG.
Disponibilidade parcial — Texto indexado disponível, mas a reabertura do PDF no servidor da ALMG apresentou timeout nesta execução.
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Assembleia Fiscaliza — prestação de contas da Secretaria de Estado de Fazenda Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Estabelece a cobertura temporal da frase 'no período analisado' usada no relatório da SEF de 2026.
- Período da prestação de contas: A finalidade da reunião informa que o 1º ciclo de 2026 considera a gestão da SEF no período de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026.
Limites: A página estabelece o período institucional do ciclo; a afirmação de que não houve contratação está no relatório da SEF associado ao ciclo.
Disponível
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Nota Técnica MG/RRF nº 3 — Demais Receitas/2024 Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Distingue contratação nova de desembolso de contrato antigo.
- 2.4. Operações de Crédito: p. 4 do PDF: informa que ingressos de 2021 a 2023 eram desembolsos pendentes de contrato da Caixa firmado em 2013 e registra ausência de novas operações nos anos anteriores.
Limites: O trecho usa 'nos últimos anos' sem enumerar cada exercício; é usado apenas para explicar que desembolso posterior não implica contrato novo.
Disponível
-
Nota Técnica nº 6 — Serviço da Dívida — Cenário Base Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Distingue financiamentos antigos de instrumentos de refinanciamento assinados na gestão Zema.
- Anexo I — Relação dos contratos da dívida pública e finalidades: pp. 8–10: lista contratos da dívida, finalidades e datas de assinatura.
- Refinanciamentos 283/2022 e 336/2022: pp. 2–3 e 10–11: descreve 283/2022/CAF como refinanciamento de passivo de liminares e 336/2022/CAFIN como refinanciamento no RRF.
Limites: A nota foi produzida para projetar o serviço da dívida no RRF; é usada para classificar os instrumentos de 2022, não para provar sozinha ausência de contratos posteriores.
Disponível
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Governo de Minas paga R$ 104,5 milhões do Propag à União Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Mostra que o principal instrumento financeiro novo do fim de 2025 foi refinanciamento de saldo existente, não nova captação.
- Formalização e saldo refinanciado: Informa que a entrada no Propag foi formalizada por aditivo em 31/12/2025 e que R$ 179,3 bilhões de saldo com a União foram refinanciados por 360 meses.
Limites: É comunicação oficial do próprio governo estadual; serve para classificar a operação como refinanciamento de saldo existente.
Disponível
-
Empresas Controladas Diretamente pelo Estado de Minas Gerais Documento
Contexto
Contribuição: Delimita por que operações próprias de BDMG e Copasa não equivalem a empréstimos diretos do Tesouro.
- Dependência do Tesouro: Classifica BDMG e Copasa como empresas controladas diretamente pelo Estado e não dependentes do Tesouro.
Disponível
-
Lei nº 25.073, de 20 de dezembro de 2024 Documento
Contexto
Contribuição: Mostra crédito ligado a estatal não dependente sem confundi-lo com empréstimo direto do Tesouro.
- Art. 1º: Autoriza contragarantia do Estado para operação de crédito externo do BDMG com o BID de até US$ 100 milhões, destinada à carteira do próprio banco.
Limites: A lei autoriza a contragarantia e a operação; não é usada para afirmar, isoladamente, a data efetiva de desembolso.
Disponível
-
Decreto com Numeração Especial nº 922, de 18 de dezembro de 2025 Documento
Contexto
Contribuição: Demonstra operação própria de estatal não dependente e delimita o alcance da fala.
- Art. 2º, II: Abre crédito suplementar da Copasa usando R$ 217.408.236,00 de recursos de operação de crédito interna contratada pela companhia.
Limites: Trata-se do orçamento de investimento da Copasa, não de dívida diretamente contratada pelo Tesouro de Minas.
Disponível
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