Atlas da Mentira · checagem verificável
Inflação de alimentos foi 56% sob Bolsonaro e caiu a 13% sob Lula
Sustentado. No IPCA nacional, a subagregação 'Alimentação no domicílio' acumulou cerca de 56,16% entre 2019 e 2022 e 12,96% entre janeiro de 2023 e agosto de 2026. Os resultados arredondam para os 56% e 13% citados por Lula.
A coincidência aparece na mesma série nacional e nos mesmos períodos da comparação: 7,84%, 18,15%, 8,24% e 13,23% nos quatro anos do governo Bolsonaro; -0,52%, 8,23%, 1,43% e 3,44% até agosto de 2026 no atual governo. O grupo mais amplo 'Alimentação e bebidas' produz acumulados diferentes, de 46,24% e 15,95%, por incluir também alimentação fora do domicílio. A fala não nomeou a subagregação, mas 'alimento' é compatível com alimentação no domicílio e os dois números têm correspondência quase exata nessa série. A principal ressalva é que o período de Lula tinha 44 meses, contra 48 de Bolsonaro.
Qualificações importantes
A série nacional do IPCA 'Alimentação no domicílio' reproduz quase exatamente a fala: 56,16% no governo Bolsonaro e 12,96% no governo Lula até agosto de 2026, arredondáveis para 56% e 13%.
- Relatório de Inflação — março de 2021 — Decomposição da inflação de 2020 p. 69 — alimentação no domicílio: O Banco Central registra 7,84% para a inflação de alimentação no domicílio em 2019 e 18,15% em 2020.
- IPCA sobe 0,73% em dezembro e fecha 2021 em 10,06% Alimentação no domicílio — 2021: Alimentação no domicílio acumulou alta de 8,24% em 2021.
- IPCA vai a 0,62% em dezembro e fecha 2022 em 5,79% Alimentação no domicílio — 2022: Alimentação no domicílio acumulou alta de 13,23% em 2022.
- IPCA chega a 0,56% em dezembro e fecha o ano em 4,62% Alimentação no domicílio — 2023: Alimentação no domicílio acumulou queda de 0,52% em 2023.
- IPCA vai a 0,52% em dezembro e fecha o ano em 4,83% Alimentação no domicílio — 2024: Alimentação no domicílio acumulou alta de 8,23% em 2024.
- IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha o ano em 4,26% Alimentação no domicílio — 2025: Alimentação no domicílio acumulou alta de 1,43% em 2025.
- Informativo — IPCA ago/2026 Alimentação no domicílio — acumulado no ano: Em agosto de 2026, Alimentação no domicílio acumulava alta de 3,44% no ano.
O grupo mais amplo 'Alimentação e bebidas' inclui também alimentação fora do domicílio e produz acumulados diferentes: 46,24% no governo Bolsonaro e 15,95% até agosto de 2026 no governo Lula. A fala não especificou qual agregação do IPCA usava.
- Em dezembro, IPCA sobe 1,35% e fecha 2020 em 4,52% IPCA por grupos — 2019 e 2020: Alimentação e bebidas: 6,37% em 2019 e 14,09% em 2020.
- IPCA sobe 0,73% em dezembro e fecha 2021 em 10,06% IPCA por grupos — 2021: Alimentação e bebidas acumulou 7,94% em 2021.
- IPCA vai a 0,62% em dezembro e fecha 2022 em 5,79% IPCA por grupos — 2022: Alimentação e bebidas acumulou 11,64% em 2022.
- IPCA vai a 0,52% em dezembro e fecha o ano em 4,83% IPCA por grupos — 2023 e 2024: Alimentação e bebidas: 1,03% em 2023 e 7,69% em 2024.
- IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha o ano em 4,26% Alimentação e bebidas em 2025: O grupo Alimentação e bebidas acumulou 2,95% em 2025.
- Informativo — IPCA ago/2026 Alimentação e bebidas — acumulado no ano: Em agosto de 2026, Alimentação e bebidas acumulava alta de 3,52% no ano.
O IPC-Fipe também produz número próximo de 56% no período de Bolsonaro, mas não é necessário recorrer a um índice municipal para explicar a fala: a subagregação nacional 'Alimentação no domicílio' do IPCA reproduz os dois percentuais citados. O IPC-Fipe mede apenas o município de São Paulo.
- Checamos a entrevista de Lula ao Flow Cálculo com IPC-Fipe: Aos Fatos calcula 56,6% entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022 e 16,19% entre janeiro de 2023 e agosto de 2026 pela série IPC-Fipe.
- IPC — Índice de Preços ao Consumidor Definição do IPC-Fipe: A Fipe define o IPC como Índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo, voltado às famílias paulistanas com renda familiar entre 1 e 10 salários mínimos.
Os períodos têm durações diferentes: Bolsonaro é medido em 48 meses completos, enquanto Lula tinha 44 meses com dados disponíveis até agosto de 2026. O acumulado de 12,96% descreve o período observado até a fala, não o resultado de um mandato completo.
- Informativo — IPCA ago/2026 Alimentação no domicílio — acumulado no ano: Em agosto de 2026, Alimentação no domicílio acumulava alta de 3,44% no ano.
Lula afirmou que a inflação de alimentos foi de 56% no governo Bolsonaro e caiu para 13% em seu atual governo.
- Forma
- Paráfrase
- Atribuição
- Luiz Inácio Lula da Silva · Atribuição verificada
- Função na época
- presidente da República e candidato à reeleição pelo PT
- Data da declaração
- 01/10/2026
- Contexto
- Entrevista ao Flow Podcast em 1º de outubro de 2026, no horário originalmente previsto para o debate presidencial da TV Globo.
Como a proposição foi normalizada: A fala original diz que o alimento 'estava a 56% da inflação acumulada do governo Bolsonaro' e que 'nós caímos para 13%'. Como não especifica uma subagregação do IPCA, a checagem testa tanto o grupo amplo 'Alimentação e bebidas' quanto 'Alimentação no domicílio'; esta última é semanticamente compatível com 'alimento' e reproduz quase exatamente os dois percentuais.
O alimento está caro, agora, é importante reconhecer que ele estava a 56% da inflação acumulada do governo Bolsonaro. Nós caímos para 13%
- Entrevista de Luiz Inácio Lula da Silva ao Flow Podcast em 1º de outubro de 2026 Entrevista integral: Entrevista de Lula ao Flow Podcast em 1º de outubro de 2026. Disponibilidade parcial
- Checamos a entrevista de Lula ao Flow Trecho preservado da entrevista: “O alimento está caro, agora, é importante reconhecer que ele estava a 56% da inflação acumulada do governo Bolsonaro. Nós caímos para 13%”.
Contexto original
O que Lula afirmou
Na entrevista ao Flow em 1º de outubro, Lula reconheceu que os alimentos continuavam caros e afirmou que a inflação acumulada teria sido de 56% no governo Bolsonaro e caído para 13% em seu atual mandato.
- Checamos a entrevista de Lula ao Flow Trecho preservado da entrevista: “O alimento está caro, agora, é importante reconhecer que ele estava a 56% da inflação acumulada do governo Bolsonaro. Nós caímos para 13%”.
Explicação
A série de alimentação no domicílio reproduz os dois números
No IPCA nacional, a alimentação no domicílio subiu 7,84% em 2019, 18,15% em 2020, 8,24% em 2021 e 13,23% em 2022. Como inflação acumulada é composta, essas taxas resultam em cerca de 56,16% ao longo dos quatro anos do governo Bolsonaro.
- Relatório de Inflação — março de 2021 — Decomposição da inflação de 2020 p. 69 — alimentação no domicílio: O Banco Central registra 7,84% para a inflação de alimentação no domicílio em 2019 e 18,15% em 2020.
- IPCA sobe 0,73% em dezembro e fecha 2021 em 10,06% Alimentação no domicílio — 2021: Alimentação no domicílio acumulou alta de 8,24% em 2021.
- IPCA vai a 0,62% em dezembro e fecha 2022 em 5,79% Alimentação no domicílio — 2022: Alimentação no domicílio acumulou alta de 13,23% em 2022.
Calcular a inflação acumulada nacional de alimentação no domicílio durante os quatro anos do governo Bolsonaro.
| Entrada | Valor | Cobertura |
|---|---|---|
| 2019 | 7.84 percentual | |
| 2020 | 18.15 percentual | |
| 2021 | 8.24 percentual | |
| 2022 | 13.23 percentual |
Operação: ((1 + 7.84/100) * (1 + 18.15/100) * (1 + 8.24/100) * (1 + 13.23/100) - 1) * 100
Resultado: 56.16 percentual — Acumulado composto do IPCA Alimentação no domicílio entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022.
Comparabilidade: As quatro taxas pertencem à mesma subagregação nacional do IPCA e cobrem anos completos e consecutivos.
- Relatório de Inflação — março de 2021 — Decomposição da inflação de 2020 p. 69 — alimentação no domicílio: O Banco Central registra 7,84% para a inflação de alimentação no domicílio em 2019 e 18,15% em 2020.
- Relatório de Inflação — março de 2021 — Decomposição da inflação de 2020 p. 69 — alimentação no domicílio: O Banco Central registra 7,84% para a inflação de alimentação no domicílio em 2019 e 18,15% em 2020.
- IPCA sobe 0,73% em dezembro e fecha 2021 em 10,06% Alimentação no domicílio — 2021: Alimentação no domicílio acumulou alta de 8,24% em 2021.
- IPCA vai a 0,62% em dezembro e fecha 2022 em 5,79% Alimentação no domicílio — 2022: Alimentação no domicílio acumulou alta de 13,23% em 2022.
No atual governo, a mesma subagregação caiu 0,52% em 2023, subiu 8,23% em 2024 e 1,43% em 2025, além de acumular 3,44% de janeiro a agosto de 2026. O composto chega a cerca de 12,96%, que arredonda para 13%. Agosto era o último IPCA disponível no dia da entrevista.
- IPCA chega a 0,56% em dezembro e fecha o ano em 4,62% Alimentação no domicílio — 2023: Alimentação no domicílio acumulou queda de 0,52% em 2023.
- IPCA vai a 0,52% em dezembro e fecha o ano em 4,83% Alimentação no domicílio — 2024: Alimentação no domicílio acumulou alta de 8,23% em 2024.
- IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha o ano em 4,26% Alimentação no domicílio — 2025: Alimentação no domicílio acumulou alta de 1,43% em 2025.
- Informativo — IPCA ago/2026 Alimentação no domicílio — acumulado no ano: Em agosto de 2026, Alimentação no domicílio acumulava alta de 3,44% no ano.
Calcular a inflação acumulada nacional de alimentação no domicílio no governo Lula até o último IPCA disponível na data da fala.
| Entrada | Valor | Cobertura |
|---|---|---|
| 2023 | -0.52 percentual | |
| 2024 | 8.23 percentual | |
| 2025 | 1.43 percentual | |
| 2026 até agosto | 3.44 percentual |
Operação: ((1 - 0.52/100) * (1 + 8.23/100) * (1 + 1.43/100) * (1 + 3.44/100) - 1) * 100
Resultado: 12.96 percentual — Acumulado composto do IPCA Alimentação no domicílio entre janeiro de 2023 e agosto de 2026.
Comparabilidade: As taxas são da mesma subagregação nacional do IPCA; 2023 a 2025 são anos completos e 2026 cobre janeiro a agosto.
- IPCA chega a 0,56% em dezembro e fecha o ano em 4,62% Alimentação no domicílio — 2023: Alimentação no domicílio acumulou queda de 0,52% em 2023.
- IPCA vai a 0,52% em dezembro e fecha o ano em 4,83% Alimentação no domicílio — 2024: Alimentação no domicílio acumulou alta de 8,23% em 2024.
- IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha o ano em 4,26% Alimentação no domicílio — 2025: Alimentação no domicílio acumulou alta de 1,43% em 2025.
- Informativo — IPCA ago/2026 Alimentação no domicílio — acumulado no ano: Em agosto de 2026, Alimentação no domicílio acumulava alta de 3,44% no ano.
Contexto e limites
O grupo mais amplo dá números diferentes
Se a expressão 'alimento' for interpretada como todo o grupo 'Alimentação e bebidas' do IPCA, os acumulados são menores sob Bolsonaro e maiores sob Lula: cerca de 46,24% entre 2019 e 2022 e 15,95% entre janeiro de 2023 e agosto de 2026. A diferença ocorre porque o grupo amplo também inclui alimentação fora do domicílio. A fala não nomeou a subagregação, mas os 56% e 13% coincidem quase exatamente com 'Alimentação no domicílio'.
- Em dezembro, IPCA sobe 1,35% e fecha 2020 em 4,52% IPCA por grupos — 2019 e 2020: Alimentação e bebidas: 6,37% em 2019 e 14,09% em 2020.
- IPCA sobe 0,73% em dezembro e fecha 2021 em 10,06% IPCA por grupos — 2021: Alimentação e bebidas acumulou 7,94% em 2021.
- IPCA vai a 0,62% em dezembro e fecha 2022 em 5,79% IPCA por grupos — 2022: Alimentação e bebidas acumulou 11,64% em 2022.
- IPCA vai a 0,52% em dezembro e fecha o ano em 4,83% IPCA por grupos — 2023 e 2024: Alimentação e bebidas: 1,03% em 2023 e 7,69% em 2024.
- IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha o ano em 4,26% Alimentação e bebidas em 2025: O grupo Alimentação e bebidas acumulou 2,95% em 2025.
- Informativo — IPCA ago/2026 Alimentação e bebidas — acumulado no ano: Em agosto de 2026, Alimentação e bebidas acumulava alta de 3,52% no ano.
Contexto e limites
Não é preciso recorrer ao IPC-Fipe para chegar a 56%
O IPC-Fipe, restrito ao município de São Paulo, também produz um acumulado de 56,6% entre 2019 e 2022. Esse paralelo, porém, não demonstra que Lula tenha usado a Fipe: na mesma série, o período atual chegava a 16,19%, enquanto o IPCA nacional de alimentação no domicílio reproduz simultaneamente os dois números da fala. Por isso, a coincidência com o índice paulistano é apenas uma referência secundária.
- Checamos a entrevista de Lula ao Flow Cálculo com IPC-Fipe: Aos Fatos calcula 56,6% entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022 e 16,19% entre janeiro de 2023 e agosto de 2026 pela série IPC-Fipe.
- IPC — Índice de Preços ao Consumidor Definição do IPC-Fipe: A Fipe define o IPC como Índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo, voltado às famílias paulistanas com renda familiar entre 1 e 10 salários mínimos.
Contexto e limites
O mandato de Lula ainda não tinha quatro anos completos
A comparação reúne períodos de durações diferentes. Bolsonaro é medido pelos 48 meses de 2019 a 2022; para Lula, havia dados de 44 meses, de janeiro de 2023 a agosto de 2026. O acumulado parcial é válido para descrever o que havia ocorrido até então, mas não equivale ao resultado final de um mandato completo.
- Informativo — IPCA ago/2026 Alimentação no domicílio — acumulado no ano: Em agosto de 2026, Alimentação no domicílio acumulava alta de 3,44% no ano.
Fontes
-
Entrevista de Luiz Inácio Lula da Silva ao Flow Podcast em 1º de outubro de 2026 Gravação
Alegação original
Contribuição: Identifica a gravação original da entrevista.
- Entrevista integral: Entrevista de Lula ao Flow Podcast em 1º de outubro de 2026.
Limites: A URL da gravação oficial está identificada; a formulação relevante também é preservada em transcrição jornalística contemporânea.
Disponibilidade parcial — A gravação oficial está publicamente identificada, mas o player não oferece transcrição pesquisável no acesso automatizado.
-
Checamos a entrevista de Lula ao Flow Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Preserva a fala e oferece uma conferência independente para o grupo amplo do IPCA e para o IPC-Fipe.
- Trecho preservado da entrevista: “O alimento está caro, agora, é importante reconhecer que ele estava a 56% da inflação acumulada do governo Bolsonaro. Nós caímos para 13%”.
- Cálculo com IPC-Fipe: Aos Fatos calcula 56,6% entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022 e 16,19% entre janeiro de 2023 e agosto de 2026 pela série IPC-Fipe.
- Cálculo com IPCA/IBGE — grupo amplo: Aos Fatos calcula 46,24% no governo Bolsonaro e 15,95% entre janeiro de 2023 e agosto de 2026 para o grupo Alimentação e bebidas do IPCA.
Limites: É uma checagem secundária; a formulação é usada como preservação textual e os cálculos são confrontados com taxas oficiais.
Disponível
-
IPC — Índice de Preços ao Consumidor Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Demonstra que o IPC-Fipe é municipal e serve apenas como comparação secundária.
- Definição do IPC-Fipe: A Fipe define o IPC como Índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo, voltado às famílias paulistanas com renda familiar entre 1 e 10 salários mínimos.
Limites: A página metodológica não exibe no texto indexado os acumulados citados; esses valores são preservados pela checagem contemporânea do Aos Fatos.
Disponível
-
Relatório de Inflação — março de 2021 — Decomposição da inflação de 2020 Documento
Evidência
Contribuição: Fornece as duas primeiras taxas anuais da subagregação que reproduz a fala.
- p. 69 — alimentação no domicílio: O Banco Central registra 7,84% para a inflação de alimentação no domicílio em 2019 e 18,15% em 2020.
Limites: O documento é um relatório analítico do Banco Central que reproduz a série do IPCA para alimentação no domicílio.
Disponível
-
Em dezembro, IPCA sobe 1,35% e fecha 2020 em 4,52% Documento
Evidência
Contribuição: Fornece as duas primeiras taxas anuais do grupo amplo Alimentação e bebidas.
- IPCA por grupos — 2019 e 2020: Alimentação e bebidas: 6,37% em 2019 e 14,09% em 2020.
Disponível
-
IPCA sobe 0,73% em dezembro e fecha 2021 em 10,06% Documento
Evidência
Contribuição: Fornece as taxas de 2021 para o grupo amplo e para alimentação no domicílio.
- IPCA por grupos — 2021: Alimentação e bebidas acumulou 7,94% em 2021.
- Alimentação no domicílio — 2021: Alimentação no domicílio acumulou alta de 8,24% em 2021.
Disponível
-
IPCA vai a 0,62% em dezembro e fecha 2022 em 5,79% Documento
Evidência
Contribuição: Fornece as taxas de 2022 para o grupo amplo e para alimentação no domicílio.
- IPCA por grupos — 2022: Alimentação e bebidas acumulou 11,64% em 2022.
- Alimentação no domicílio — 2022: Alimentação no domicílio acumulou alta de 13,23% em 2022.
Disponível
-
IPCA chega a 0,56% em dezembro e fecha o ano em 4,62% Documento
Evidência
Contribuição: Fornece a taxa de alimentação no domicílio de 2023.
- Alimentação no domicílio — 2023: Alimentação no domicílio acumulou queda de 0,52% em 2023.
Disponível
-
IPCA vai a 0,52% em dezembro e fecha o ano em 4,83% Documento
Evidência
Contribuição: Fornece as taxas do grupo amplo em 2023 e 2024 e a taxa de alimentação no domicílio em 2024.
- IPCA por grupos — 2023 e 2024: Alimentação e bebidas: 1,03% em 2023 e 7,69% em 2024.
- Alimentação no domicílio — 2024: Alimentação no domicílio acumulou alta de 8,23% em 2024.
Disponível
-
IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha o ano em 4,26% Documento
Evidência
Contribuição: Fornece as taxas de 2025 para o grupo amplo e para alimentação no domicílio.
- Alimentação e bebidas em 2025: O grupo Alimentação e bebidas acumulou 2,95% em 2025.
- Alimentação no domicílio — 2025: Alimentação no domicílio acumulou alta de 1,43% em 2025.
Disponível
-
Informativo — IPCA ago/2026 Documento
Evidência
Contribuição: Fornece os acumulados de 2026 necessários para calcular o período até a fala.
- Alimentação e bebidas — acumulado no ano: Em agosto de 2026, Alimentação e bebidas acumulava alta de 3,52% no ano.
- Alimentação no domicílio — acumulado no ano: Em agosto de 2026, Alimentação no domicílio acumulava alta de 3,44% no ano.
Limites: É informativo do Ministério da Fazenda baseado no IPCA; agosto era o último IPCA mensal disponível em 1º de outubro de 2026.
Disponível
Responsabilidade e transparência
Publicação responsável: Atlas da Mentira.
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