Atlas da Mentira · checagem verificável

Flávio e Eduardo Bolsonaro negociaram o tarifaço contra o Brasil; SP foi o estado mais afetado, de longe

A declaração é enganosa. Há evidência robusta de que Eduardo Bolsonaro articulou sanções nos Estados Unidos que resultaram no tarifaço de 2025, e São Paulo aparecia de fato muito à frente em valor absoluto exposto à nova sobretaxa de 25% de 2026. Mas Haddad colocou Flávio Bolsonaro no mesmo papel de Eduardo sem fazer uma distinção material.

O MPF afirmou que Eduardo articulou sanções americanas contra o Brasil que resultaram em sobretaxas e detalhou tratativas com autoridades dos EUA. Flávio também participou da disputa política: depois do anúncio da tarifa de 50% em 2025, defendeu anistia como condição para reverter a medida. Isso não demonstra que tenha negociado sua imposição. Em 2026, diante da nova sobretaxa de 25%, Flávio enviou manifestação formal ao USTR pedindo que a tarifa fosse suspensa ao menos até depois da eleição e defendeu sanções pessoais como alternativa. Na parte econômica, a ApexBrasil estimou que São Paulo concentrava 41,6% do valor nacional atingido, enquanto São Paulo e Santa Catarina juntos somavam 52%. Pelos mesmos percentuais publicados, a fatia catarinense fica em cerca de 10,4% e a paulista é aproximadamente quatro vezes maior em valor absoluto. Esse é um cálculo de exposição à medida de 2026, não de perda efetivamente realizada e acumulada.

Qualificações importantes

Eduardo Bolsonaro tem participação causal documentada na pressão de 2025. O MPF afirmou que ele articulou sanções do governo americano contra o Brasil que resultaram em sobretaxas e que registrava publicamente tratativas com autoridades dos Estados Unidos.

O papel de Flávio é diferente. Depois do anúncio da tarifa de 50% em 2025, ele defendeu anistia ampla como forma de reverter a sobretaxa. Em 2026, durante a investigação que levou à nova tarifa de 25%, pediu formalmente ao USTR que a aplicação fosse suspensa ao menos até depois da eleição e afirmou preferir sanções pessoais. Esses registros não sustentam colocá-lo, sem ressalva, no mesmo papel de Eduardo na negociação da imposição do tarifaço.

São Paulo liderava quando “mais afetado” significa valor absoluto de exportações alcançadas pela nova tarifa de 25% de 2026. A ApexBrasil apontou o estado como líder em termos absolutos; uma reportagem da Agência Brasil com os dados da agência registrou que São Paulo concentrava 41,6% do valor nacional atingido.

Na mesma estimativa, São Paulo e Santa Catarina juntos somavam 52% do valor atingido, enquanto São Paulo sozinho respondia por 41,6%. O cálculo reproduzido no artigo dá cerca de 10,4% para Santa Catarina e uma razão aproximada de quatro para um em valor absoluto; os resultados são aproximações porque os percentuais publicados são arredondados.

Os números da ApexBrasil medem exposição da pauta exportadora à nova tarifa, não prejuízo realizado até 31 de agosto. Na data da entrevista, os dados consolidados de agosto ainda não estavam disponíveis; o MDIC havia divulgado resultados preliminares até a terceira semana e anunciava a consolidação para 4 de setembro.

A sobretaxa de 25% de 2026 foi aplicada a determinados produtos brasileiros, não juridicamente a São Paulo. Dizer que o tarifaço foi “contra São Paulo especificamente” descreve o peso econômico desproporcional no estado, não o alcance formal da medida.

A liderança paulista vale para o valor absoluto exposto. Na cobertura da apresentação da ApexBrasil pelo UOL, 20% das exportações de São Paulo aos EUA estavam afetadas, contra 65% das exportações de Santa Catarina; proporcionalmente à pauta de cada estado, Santa Catarina estava mais exposta.

O que foi checado

Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro negociaram o tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil, que atingiu São Paulo em particular; São Paulo era o estado mais afetado, de longe do segundo colocado.

Forma
Paráfrase
Atribuição
Fernando Haddad · Atribuição verificada
Função na época
candidato ao governo de São Paulo
Data da declaração
31/08/2026
Contexto
Entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura.

Como a proposição foi normalizada: A fala de Haddad reúne duas alegações. A primeira atribui a Flávio e Eduardo Bolsonaro participação na negociação política do tarifaço; a checagem preserva os dois nomes e distingue o papel documentado de cada um. A segunda afirma que São Paulo foi o estado mais afetado 'de longe do segundo colocado'. Como a declaração ocorreu em 31 de agosto de 2026, depois da nova sobretaxa de 25% da Seção 301, a comparação estadual usa a estimativa contemporânea da ApexBrasil para o valor absoluto das exportações atingidas por essa medida. Esse indicador mede exposição econômica potencial, não prejuízo realizado acumulado. A tarifa era nacional, não dirigida juridicamente a São Paulo.

Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro negociaram o tarifaço contra São Paulo, especificamente, porque é o estado mais afetado pelo tarifaço de longe do segundo colocado. Afetou o Brasil, mas São Paulo em particular.

  • Haddad: definição de PCC como terrorista 'é questão menor' Trecho integral sobre Flávio, Eduardo, tarifaço e São Paulo: reproduz a fala em que Haddad diz que Flávio e Eduardo 'negociaram o tarifaço contra São Paulo, especificamente', afirma que São Paulo seria o mais afetado de longe do segundo e acrescenta que a medida afetou o Brasil, mas São Paulo em particular

Contexto original

Haddad juntou dois atores e uma comparação estadual

No Roda Viva de 31 de agosto de 2026, Fernando Haddad criticou Tarcísio de Freitas e disse que Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro haviam “negociado o tarifaço contra São Paulo, especificamente”, porque o estado seria o mais afetado “de longe do segundo colocado”. A frase combina uma atribuição de responsabilidade política aos dois irmãos com uma comparação econômica entre estados.

  • Haddad: definição de PCC como terrorista 'é questão menor' Trecho integral sobre Flávio, Eduardo, tarifaço e São Paulo: reproduz a fala em que Haddad diz que Flávio e Eduardo 'negociaram o tarifaço contra São Paulo, especificamente', afirma que São Paulo seria o mais afetado de longe do segundo e acrescenta que a medida afetou o Brasil, mas São Paulo em particular
  • RODA VIVA | FERNANDO HADDAD | 31/08/2026 Página oficial da gravação integral: página da TV Cultura identifica Fernando Haddad como entrevistado do Roda Viva em 31/08/2026 e incorpora o vídeo

Explicação

Há evidência forte sobre a atuação de Eduardo

No caso de Eduardo, a relação entre sua atuação nos Estados Unidos e a escalada de sanções é documentada. Em junho de 2026, ao noticiar sua condenação por coação no curso do processo, o Ministério Público Federal afirmou que ele articulou sanções do governo americano contra o Brasil que resultaram na aplicação de sobretaxas a produtos brasileiros. O órgão registrou ainda que Eduardo detalhava nas redes suas tratativas com autoridades americanas.

Explicação

Flávio participou da disputa política, mas não no mesmo papel

Flávio entrou na disputa política em torno da tarifa de 50% de 2025 depois de a medida ser anunciada. Em entrevista de 11 de julho, defendeu uma anistia ampla até 1º de agosto como forma de reverter a sobretaxa. Isso mostra que ele participou da barganha política sobre o fim da tarifa, mas não demonstra que tenha articulado sua imposição.

Em 2026, durante a investigação comercial que levou à nova sobretaxa de 25%, Flávio enviou comentários formais ao USTR dizendo que a tarifa fortaleceria Lula e pediu que sua aplicação fosse suspensa ao menos até depois da eleição. No mesmo documento, avaliou que a pressão tarifária anterior havia sido ineficaz e apontou suspensão de vistos e sanções pela Lei Magnitsky como instrumentos preferíveis.

Explicação

São Paulo liderava com folga o impacto absoluto estimado da nova tarifa

Para a nova sobretaxa de 25% anunciada em julho de 2026, a ApexBrasil apontou São Paulo como o estado de maior impacto em termos absolutos. Uma reportagem da Agência Brasil que reproduziu os dados da agência registrou que São Paulo sozinho concentrava 41,6% do valor nacional das exportações atingidas, enquanto São Paulo e Santa Catarina juntos somavam 52%. Outra cobertura da apresentação estimou em cerca de US$ 3 bilhões o valor paulista exposto.

Reproduzir a distância entre São Paulo e Santa Catarina no valor absoluto de exportações atingidas pela sobretaxa adicional de 25%.

EntradaValorCobertura
participação de São Paulo no valor nacional atingido 41.6 percentual do valor nacional atingido valor das exportações brasileiras aos EUA atingidas pela nova sobretaxa · Brasil
participação conjunta de São Paulo e Santa Catarina no valor nacional atingido 52.0 percentual do valor nacional atingido valor das exportações brasileiras aos EUA atingidas pela nova sobretaxa · Brasil

Operação: Subtrair 41,6 de 52,0 para obter 10,4 para Santa Catarina; dividir 41,6 por 10,4 para obter a razão de 4,0.

Resultado: 4.0 vezes — A participação paulista no valor absoluto atingido era aproximadamente quatro vezes a catarinense; a participação catarinense implícita é de cerca de 10,4%.

Comparabilidade: Mesma estimativa da ApexBrasil, mesma data, mesma sobretaxa e mesmo denominador nacional de valor exportado atingido.

Limitações: Os percentuais publicados são arredondados; 10,4% e a razão de 4,0 são aproximações.

Com os percentuais publicados no mesmo denominador, a parcela catarinense implícita é de cerca de 10,4% e a exposição paulista fica aproximadamente quatro vezes maior em valor absoluto. Como os percentuais divulgados são arredondados, esses dois resultados também são aproximações. Ainda assim, a ordem de grandeza sustenta a expressão “de longe do segundo colocado” quando o indicador é o valor absoluto exposto.

Em termos proporcionais, a leitura muda. Na apresentação da ApexBrasil reproduzida pelo UOL, cerca de 20% das exportações paulistas aos EUA estavam atingidas, enquanto em Santa Catarina a parcela era de 65%. São Paulo liderava pelo volume financeiro exposto, não pela dependência relativa de sua pauta exportadora.

Contexto e limites

O ranking é de exposição, não de perda acumulada até 31 de agosto

A estimativa estadual da ApexBrasil foi divulgada antes da entrada em vigor da nova tarifa e mede o valor das exportações que ficariam expostas à sobretaxa. Na data da fala de Haddad, não havia ainda uma série consolidada de agosto que permitisse calcular perdas realizadas por estado até 31 de agosto: em 24 de agosto, o MDIC havia publicado apenas dados preliminares da terceira semana e informava que a consolidação mensal sairia em 4 de setembro.

O MDIC registrou que a nova medida específica para o Brasil impôs uma sobretaxa adicional de 25% a determinados produtos e entrou em vigor em 22 de julho. A tarifa era definida por produto e origem brasileira; não era uma sanção formalmente dirigida ao estado de São Paulo.

Contexto e limites

O problema é equiparar Flávio a Eduardo

Duas partes importantes da fala têm sustentação: Eduardo participou da articulação por sanções que desembocou em tarifas em 2025, e São Paulo liderava com grande margem o valor absoluto de exportações expostas à nova sobretaxa de 2026. A formulação se torna enganosa ao colocar Flávio no mesmo papel de Eduardo. Flávio participou da pressão política sobre a retirada do tarifaço de 2025, mas, diante da nova tarifa de 2026, pediu formalmente que ela fosse suspensa. Sem essa distinção, “Flávio e Eduardo negociaram o tarifaço” sugere uma atuação conjunta na imposição das tarifas que os registros examinados não sustentam.

Fontes

  1. Haddad: definição de PCC como terrorista 'é questão menor' Documento

    Folha de S.Paulo · 01/09/2026

    Contexto

    Contribuição: Preserva a formulação completa com os dois atores e o comparativo estadual.

    • Trecho integral sobre Flávio, Eduardo, tarifaço e São Paulo: reproduz a fala em que Haddad diz que Flávio e Eduardo 'negociaram o tarifaço contra São Paulo, especificamente', afirma que São Paulo seria o mais afetado de longe do segundo e acrescenta que a medida afetou o Brasil, mas São Paulo em particular

    Limites: É preservação jornalística da entrevista, não a gravação original; é usada para a transcrição textual porque a página do vídeo oficial não oferece transcrição pesquisável.

    Disponível

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  2. RODA VIVA | FERNANDO HADDAD | 31/08/2026 Gravação

    TV Cultura · 31/08/2026

    Alegação original

    Contribuição: Confirma a gravação original, a data e o contexto.

    • Página oficial da gravação integral: página da TV Cultura identifica Fernando Haddad como entrevistado do Roda Viva em 31/08/2026 e incorpora o vídeo

    Limites: O player incorporado não forneceu nesta execução uma transcrição pesquisável nem um marcador temporal confiável; a formulação textual foi cotejada com a preservação da Folha.

    Disponível

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  3. STF condena Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo Documento

    Ministério Público Federal · 16/06/2026

    Evidência

    Contribuição: Principal evidência do papel de Eduardo na articulação de 2025.

    • Articulação de sanções, sobretaxas e tratativas: o MPF afirma que Eduardo articulou sanções dos EUA contra o Brasil que resultaram em sobretaxas e que suas postagens detalhavam tratativas com autoridades americanas

    Limites: É comunicação institucional do MPF sobre o julgamento e não significa que toda decisão tarifária dos EUA tenha uma causa única.

    Disponível

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  4. Fim de tarifaço só existe com anistia, diz Eduardo logo após Tarcísio falar em diálogo Documento

    Folha de S.Paulo · 11/07/2025

    Evidência, Contexto

    Contribuição: Distingue a participação posterior de Flávio na barganha sobre retirada da tarifa da articulação anterior de Eduardo.

    • Eduardo vincula retirada da tarifa à anistia: Eduardo condiciona qualquer negociação sobre a retirada das tarifas a uma anistia ampla.
    • Flávio defende anistia para reverter tarifa: a reportagem registra que Flávio Bolsonaro também defendeu aprovação de anistia ampla até 1º de agosto como forma de reverter a sobretaxa já anunciada

    Limites: As falas são posteriores ao anúncio da tarifa e não provam participação anterior de Flávio na decisão americana de impor a sobretaxa.

    Disponível

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  5. Flávio Bolsonaro diz a Trump que tarifaço daria vitória política a Lula e pede decisão após eleição Documento

    Folha de S.Paulo · 02/07/2026

    Evidência, Contexto

    Contribuição: É contraevidência à equiparação de Flávio ao papel pró-tarifa atribuído a Eduardo.

    • Pedido formal ao USTR: Flávio apresentou comentários formais ao USTR e pediu suspensão da aplicação da nova sobretaxa ao menos até depois da eleição.
    • Preferência por sanções pessoais: Flávio afirmou que a pressão tarifária anterior fora ineficaz e defendeu suspensão de vistos e sanções pela Lei Magnitsky como instrumentos preferíveis.

    Limites: Não exclui toda interlocução privada não divulgada, mas documenta a posição formal de Flávio na investigação tarifária de 2026.

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  6. ApexBrasil/Müller: tarifaço é medida 'absurda do ponto de vista comercial' Documento

    Agência Estado / UOL · 17/07/2026

    Evidência, Contexto

    Contribuição: Estabelece a liderança paulista em impacto absoluto, a diferença de exposição proporcional em relação a Santa Catarina e o valor nacional estimado.

    • São Paulo lidera impacto absoluto: o presidente da ApexBrasil afirma que São Paulo é o estado com maior impacto em termos absolutos, com 20% da exportação para os EUA afetada, o equivalente a cerca de US$ 3 bilhões
    • Santa Catarina tem exposição proporcional maior: na mesma entrevista, Müller informa que Santa Catarina tem 65% das exportações aos EUA afetadas, contra 20% das exportações paulistas
    • Valor exposto à nova tarifa: a ApexBrasil estimava que a sobretaxa de 25% atingiria cerca de US$ 7,2 bilhões das vendas aos EUA

    Limites: É estimativa de exposição da pauta exportadora anterior à vigência da tarifa, não prejuízo realizado.

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  7. São Paulo e Santa Catarina concentram impactos do novo tarifaço, diz Apex Documento

    CNN Brasil · 17/07/2026

    Evidência, Contexto

    Contribuição: Corrobora a participação conjunta de São Paulo e Santa Catarina no mesmo impacto nacional.

    • São Paulo e Santa Catarina concentram os maiores impactos: a ApexBrasil informa que os dois estados concentram os maiores impactos e, juntos, respondem por 52% do impacto da nova sobretaxa

    Limites: Resume cálculos da ApexBrasil e não publica tabela completa das 27 unidades da Federação.

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  8. São Paulo e Santa Catarina sofrem 52% do impacto do tarifaço dos EUA Documento

    Agência Brasil · 17/07/2026

    Evidência, Contexto

    Contribuição: Fornece, no mesmo denominador e na mesma estimativa da ApexBrasil, os dois percentuais necessários para reproduzir a distância entre São Paulo e Santa Catarina.

    • Participação paulista e participação conjunta: a reportagem registra, com dados da ApexBrasil, que São Paulo e Santa Catarina concentram juntos 52% do impacto e que São Paulo sozinho responde por 41,6% do total do valor das exportações afetadas

    Limites: A reportagem da Agência Brasil foi acessada em republicação do RCN Online. Os valores em dólares são arredondados; para a comparação entre estados, a checagem usa os percentuais explicitamente publicados.

    Disponível

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  9. Alcance das Medidas Tarifárias dos Estados Unidos sobre Exportações Brasileiras Documento

    Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços · 24/07/2026

    Evidência, Contexto

    Contribuição: Define a medida em vigor e seu alcance nacional por produtos.

    • Seção 301 Brasil: o MDIC registra sobretaxa adicional de 25% para determinados produtos brasileiros, em vigor desde 22 de julho de 2026

    Limites: A nota não distribui o impacto por estado.

    Disponível

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  10. Informativo n° 040/2026 — 24/08/2026 Documento

    Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços · 24/08/2026

    Contexto

    Contribuição: Mostra que perdas realizadas consolidadas até o fim de agosto ainda não estavam disponíveis em 31 de agosto.

    • Dados disponíveis antes da entrevista: em 24 de agosto, a Secex divulgou apenas resultados preliminares até a terceira semana de agosto e informou que os dados consolidados seriam apresentados em 4 de setembro

    Limites: A nota trata da disponibilidade temporal dos dados, não do impacto estadual.

    Disponível

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Publicação responsável: Atlas da Mentira.

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