Atlas da Mentira · checagem verificável
Mesários cometeram irregularidade ao entregar papéis na fila eleitoral em Camaçari
Falso. Os papéis eram colas eleitorais em branco disponibilizadas pelo TRE-BA, e sua entrega na fila antes da entrada na seção estava dentro das orientações da Justiça Eleitoral.
O TSE identificou o modelo mostrado no vídeo como a cola oficial do TRE-BA e informou que o material estava em branco, sem indicação de partido ou candidato. A Justiça Eleitoral também esclareceu que a colinha pode ser distribuída antes da votação para ser preenchida fora da seção. A situação seria diferente se o material estivesse preenchido, contivesse propaganda ou fosse distribuído por agentes de campanha com finalidade eleitoral.
Qualificações importantes
A regularidade depende das condições verificadas: as colas estavam em branco, eram um modelo oficial do TRE-BA e foram entregues fora da seção. Material preenchido com candidaturas ou distribuído como propaganda partidária exigiria outra análise.
- É falso que cola eleitoral distribuída em Camaçari (BA) não seja da Justiça Eleitoral Condições da distribuição: Material estava em branco, foi distribuído na fila fora da seção e sem vinculação a partido específico
- Entrega de colas em branco por mesários não configura irregularidade Esclarecimento do TSE: TSE informa que a distribuição de colas em branco integra políticas dos tribunais e que haveria irregularidade se o material estivesse preenchido ou fosse entregue por pessoa ligada a campanha
A Justiça Eleitoral permite levar colinha à cabine, mas orienta que ela seja preenchida antes de entrar na seção; o preenchimento dentro da seção não é o procedimento autorizado descrito no caso.
- É falso que cola eleitoral distribuída em Camaçari (BA) não seja da Justiça Eleitoral Orientação sobre uso e preenchimento: Justiça Eleitoral informa que o uso da colinha é permitido e que ela pode ser entregue em branco antes da entrada na seção; não deve ser preenchida dentro da seção
Uma fiscal em vídeo viral afirmou que mesários estariam cometendo irregularidade ao entregar papéis a eleitores na fila de uma escola de Camaçari.
- Forma
- Descrição de mídia
- Atribuição
- Publicações nas redes sociais · Atribuição não verificada
- Primeiro registro observado
- 04/10/2026
- Contexto
- Circulação em redes sociais durante o primeiro turno das eleições de 2026.
Como a proposição foi normalizada: A peça trata a entrega dos papéis como irregular e, em versões da circulação, sugere vínculo partidário. A checagem preserva o núcleo verificável: o que eram os papéis e se a entrega por mesários, nas condições mostradas, era irregular.
Limite de atribuição: A preservação consultada registra várias publicações e o vídeo de uma fiscal, sem estabelecer um autor original único para a circulação.
DENÚNCIA APONTA MESÁRIOS ENTREGANDO PAPÉIS A ELEITORES EM ESCOLA DE CAMAÇARI
- Entrega de colas em branco por mesários não configura irregularidade Trecho preservado da peça em circulação: DENÚNCIA APONTA MESÁRIOS ENTREGANDO PAPÉIS A ELEITORES EM ESCOLA DE CAMAÇARI
Contexto original
O que o vídeo mostrava
No vídeo que circulou no dia da eleição, uma fiscal exibia papéis recolhidos em uma escola de Camaçari e acusava mesários de entregá-los indevidamente a eleitores na fila. Algumas versões da publicação acrescentavam que o material teria relação com o PT.
- Entrega de colas em branco por mesários não configura irregularidade Trecho preservado da peça em circulação: DENÚNCIA APONTA MESÁRIOS ENTREGANDO PAPÉIS A ELEITORES EM ESCOLA DE CAMAÇARI
- Vídeo não mostra mesária entregando papéis pró-PT na Bahia; “cola eleitoral” estava em branco e dentro das regras do TSE Alegação em circulação: Publicações associaram a entrega dos papéis em Camaçari a material pró-PT
Explicação
Os papéis eram colas oficiais e estavam em branco
A Justiça Eleitoral publicou uma checagem no próprio dia 4 identificando o documento exibido no vídeo como a cola eleitoral oficial disponibilizada pelo TRE-BA. O modelo indica a ordem dos seis cargos e deixa espaços em branco para que cada eleitor anote suas próprias escolhas.
- É falso que cola eleitoral distribuída em Camaçari (BA) não seja da Justiça Eleitoral Identificação da cola eleitoral: Justiça Eleitoral informa que o modelo exibido no vídeo é a cola oficial disponibilizada pelo TRE-BA para as Eleições 2026
O TSE informou que as colas estavam em branco e eram distribuídas na fila, fora da seção e sem vínculo com partido específico. Aos Fatos e a AFP também analisaram as imagens e registraram que o material mostrado não continha candidaturas preenchidas.
- É falso que cola eleitoral distribuída em Camaçari (BA) não seja da Justiça Eleitoral Condições da distribuição: Material estava em branco, foi distribuído na fila fora da seção e sem vinculação a partido específico
- Entrega de colas em branco por mesários não configura irregularidade Identificação do material: A reportagem compara o papel mostrado no vídeo com a cola eleitoral oficial do TRE-BA e registra que estava em branco
- Vídeo não mostra mesária entregando papéis pró-PT na Bahia; “cola eleitoral” estava em branco e dentro das regras do TSE Análise do material: AFP registra que a cola eleitoral mostrada estava em branco e que a distribuição seguia as regras do TSE
Explicação
A distribuição, nessas condições, era permitida
Segundo a Justiça Eleitoral, o uso da colinha é permitido e recomendado para agilizar o voto. O material pode ser entregue em branco aos eleitores antes da entrada na seção; o que não pode ocorrer é o preenchimento dentro da seção. Por isso, a conduta registrada no vídeo, nas condições apuradas, não configura a irregularidade alegada.
- É falso que cola eleitoral distribuída em Camaçari (BA) não seja da Justiça Eleitoral Orientação sobre uso e preenchimento: Justiça Eleitoral informa que o uso da colinha é permitido e que ela pode ser entregue em branco antes da entrada na seção; não deve ser preenchida dentro da seção
- Entrega de colas em branco por mesários não configura irregularidade Esclarecimento do TSE: TSE informa que a distribuição de colas em branco integra políticas dos tribunais e que haveria irregularidade se o material estivesse preenchido ou fosse entregue por pessoa ligada a campanha
Contexto e limites
Quando a situação seria diferente
A conclusão não significa que qualquer distribuição de listas de candidatos por mesários ou terceiros seja permitida. Uma cola previamente preenchida, material de propaganda ou entrega vinculada a uma campanha poderia configurar irregularidade. O caso de Camaçari foi considerado regular porque o modelo era oficial, estava em branco e foi entregue fora da seção.
- É falso que cola eleitoral distribuída em Camaçari (BA) não seja da Justiça Eleitoral Condições da distribuição: Material estava em branco, foi distribuído na fila fora da seção e sem vinculação a partido específico
- Entrega de colas em branco por mesários não configura irregularidade Esclarecimento do TSE: TSE informa que a distribuição de colas em branco integra políticas dos tribunais e que haveria irregularidade se o material estivesse preenchido ou fosse entregue por pessoa ligada a campanha
Fontes
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Entrega de colas em branco por mesários não configura irregularidade Documento
Alegação original, Evidência
Contribuição: Preserva a alegação, identifica visualmente o material e registra os critérios informados pelo TSE.
- Trecho preservado da peça em circulação: DENÚNCIA APONTA MESÁRIOS ENTREGANDO PAPÉIS A ELEITORES EM ESCOLA DE CAMAÇARI
- Identificação do material: A reportagem compara o papel mostrado no vídeo com a cola eleitoral oficial do TRE-BA e registra que estava em branco
- Esclarecimento do TSE: TSE informa que a distribuição de colas em branco integra políticas dos tribunais e que haveria irregularidade se o material estivesse preenchido ou fosse entregue por pessoa ligada a campanha
Limites: A reportagem preserva e analisa o vídeo, além de reproduzir esclarecimentos do TSE; a fonte oficial da Justiça Eleitoral é consultada separadamente.
Disponível
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É falso que cola eleitoral distribuída em Camaçari (BA) não seja da Justiça Eleitoral Documento
Evidência
Contribuição: Fonte oficial que identifica o material, descreve as condições observadas e declara o procedimento regular.
- Identificação da cola eleitoral: Justiça Eleitoral informa que o modelo exibido no vídeo é a cola oficial disponibilizada pelo TRE-BA para as Eleições 2026
- Condições da distribuição: Material estava em branco, foi distribuído na fila fora da seção e sem vinculação a partido específico
- Orientação sobre uso e preenchimento: Justiça Eleitoral informa que o uso da colinha é permitido e que ela pode ser entregue em branco antes da entrada na seção; não deve ser preenchida dentro da seção
Limites: É a manifestação institucional do órgão responsável pelas regras e pela administração eleitoral; a análise visual independente é preservada em fontes jornalísticas.
Disponível
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Vídeo não mostra mesária entregando papéis pró-PT na Bahia; “cola eleitoral” estava em branco e dentro das regras do TSE Documento
Evidência, Contexto
Contribuição: Corrobora independentemente que os documentos estavam em branco e não continham material partidário.
- Alegação em circulação: Publicações associaram a entrega dos papéis em Camaçari a material pró-PT
- Análise do material: AFP registra que a cola eleitoral mostrada estava em branco e que a distribuição seguia as regras do TSE
Limites: É verificação jornalística posterior ao evento e se apoia em registros visuais e esclarecimentos da Justiça Eleitoral.
Disponível
Responsabilidade e transparência
Publicação responsável: Atlas da Mentira.
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